Do Porto para o Baixo Alentejo, mais concretamente para Pias (Concelho de Serpa) onde teve início a minha jornada profissional na Arqueologia. Entre barragens e condutas, decapagens e prospeções, fui-me apercebendo da realidade desta actividade. Muito longe da ideia pré-concebida ao longo da breve licenciatura onde todos ambicionam o óbvio. Porém, a dura realidade rapidamente esvanece o sonho. A precariedade, os trabalhos de curta duração, muitas vezes longe de casa, onde o preço da responsabilidade não é proporcional às exigências que nos fazem. Afinal os baixos orçamentos levam sempre a melhor. Isso só se traduz numa realidade e que todos os meus colegas conhecem. Já todos passamos por ela e, mais tarde ou mais cedo, desistem. Apaga-se a chama Daquele sonho. Afinal trabalho em Arqueologia não falta. Porém, falta o resto. O enorme resto do qual todos precisamos enquanto profissionais, enquanto investigadores. Muitos jovens arqueólogos com um futuro promissor vêm-se obrigados a d...
que belas fotos e que grande gente. Extraordinária experiência que transportas na tua caminhada. Bem Hajas!
ResponderEliminarO camarada "Lenine" que por aí aparece nas fotos é que devia aparecer menos vezes.... LOL
ResponderEliminarAs gentes de Pias estão bem representadas, com um olhar pormenorizadamente feminino. Belos "conbibios" e petiscos. Bons momentos de partilha e aprendizagem entre todos nós. Grato pelas imagens que valem (e muito) mais que mil palavras.
Tenho mesmo de aí voltar, uma terra que me encantou sobre tudo pelas gentes :)
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